2018

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No final de 2017, eu arquitetei todo o meu 2018, fiz vários planos e sabe de uma coisa? Quase nada realizei…

Foi um ano difícil e com todos que conversei me disseram o mesmo, acredito que a energia desse ano foi a de renovação, mudanças, transformação, e tudo isso dói, transformar, dói… e como dói…

Parece que eu vivi uma vida inteira em um ano… grandes mudanças internas, que me fizeram compreender que não é possível planejar nada sem a ajuda do meu Criador… a reconexão com a minha verdadeira essência e meu verdadeiro propósito só começa quando entrego-me inteiramente e com confiança nos planos de Deus.

Compreendi que o que vale mesmo é estar com boas pessoas, pessoas que valem a pena estar perto, que apesar de meus defeitos continuam me amando, que apesar de eu não ser o que a sociedade almeja como amigo perfeito continuam querendo dividir uma boa conversa em uma cafeteria ou em uma calçada de uma rua qualquer… apenas pela companhia, apenas por querer estar perto…

Aprendi que posso me amar exatamente do jeito que sou, porque Deus me criou assim para o Seu propósito e se assim eu não fosse, nada teria sentido… sabe, incrivelmente eu aprendi a amar coisas em mim que eu antes achava defeito, e quebrei as algemas das minhas limitações para viver uma vida livre de culpas, arrependimentos, medos, inseguranças, apenas sendo eu mesma.

Transformei o meu coração, aliás eu não, Deus transformou meu coração, arrancou ele do meu peito, e nesse tempo parei por um momento e apenas observei, assim como o oleiro que molda o barro, Deus remoldou o meu coração que estava quebrado e remendado, e me deu um novo coração que segue um novo amor, o único e verdadeiro amor.

Obrigada 2018, todos os nãos desse ano foram exatamente o que eu precisava para chegar aonde tenho que realmente chegar… até aí eu era alguém que se magoava fácil, que se arrependia de tanta coisa, que guardava raiva de outras, que era triste por certos acontecimentos, que deixava de dormir pensando em pessoas que deixaram de falar comigo, e tantas coisas que me machucavam e eu deixava… agora, hoje, nesse momento, sou apenas eu no agora, vivendo o agora e desejando brindar com uma taça de vinho a vida com pessoas que me fazem bem e partilhando o pão com essas mesmas pessoas, quem não quer fazer parte, é uma escolha e direito, e quem quiser chegar tem as portas dos meus braços abertas para receber o amor de uma amizade verdadeira, onde o anfitrião é o Criador de tudo, o Criador de todos nós…

Que venha 2019 … e traga consigo o amor incondicional, a saúde, a prosperidade, a paz, a sabedoria, a tolerância, o perdão, a alegria, a liberdade e Deus em todos corações…

Mudanças

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Estamos em constante mudança, nem todos percebem isso, nem todos querem isso… eu sempre me preocupei com a opinião dos outros, principalmente porque Deus me deu o dom da interpretação que não é sonora e nem visual… acredito que por muito tempo não soube lidar com tudo isso… até o dia em que Deus me respondeu através do espírito santo…

Filha, eu te criei assim, te criei com vontade de conhecer tudo, com curiosidade, multifunções, com espírito de coragem e ousadia, porque eu preparei algo para você no futuro que não caberia limitações ou medos…

Uau, sentir isso em meu coração me encheu de alegria, mas claro que eu continuava me importando com opiniões das pessoas, eu tinha receio de começar as mudanças e as pessoas começarem novamente a me julgar… então Deus novamente interferiu em meus pensamentos…

Filha, qual é a única opinião da qual você precisa se importar?

– A sua Pai…

E porque está preocupada com o que irão pensar ou julgar, se Eu te criei e é para Mim que assim está seguindo? Olhe para a minha direção, não desvie.

Quantas vezes em nossas vidas vacilamos em nossa fé?

E quase sempre é por se importar com opiniões que vem do mundo e não de Deus…

Deus criou cada um com o seu propósito, as pessoas não entenderão, e nem precisam entender, pois cada um tem a sua caminhada em direção a sua missão nesse mundo…

Deus quer que escutemos a Ele, e não ao mundo… não temas em seguir o seu caminho, pois quem conhece o livro da vida conhece quem vence no final.

 

Ana Maktub

 

 

Significado dos 3 presentes de Jesus

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Mateus 2.1-12

Introdução: O nascimento de Jesus foi cheio de acontecimentos e personagens. José, Maria, os pastores e os magos foram avisados por anjos e em sonhos.

Havia uma estrela que sinalizava a presença de Jesus na terra, uma luz que veio ao mundo (Isaías 9.2), mesmo assim muitos não perceberam.

Um rei que o odiava (Herodes) e três reis que o amavam (magos) mostrando que mesmo que o inimigo se levante, Ele é o Rei dos reis. Eram chamados de magos por que estudavam astronomia e este era um título dado aos sábios da época.

Os sacerdotes que sabiam com precisão onde Jesus nasceria (Belém) não o viram. Já os pastores, que eram proibidos de adorar no templo, por sua profissão ser considerada imunda, tiveram o privilégio de ver Jesus.

Vamos refletir sobre a missão de Jesus comparando os presentes doados pelos magos, como símbolos de sua missão ao vir ao mundo:

1- Ouro = Rei v.11c

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A família de Jesus era pobre, prova disso que deram a oferta sacrificial de dois pombinhos (Lucas 2.24).
Deus, por sua provisão, mandou aqueles reis magos levarem ouro para Jesus para servir como fonte de sustendo naquele período em que teriam que fugir para o Egito.

O ouro significa que Jesus é Rei. Somente um Rei superior poderia receber ouro de outros reis.

Jesus é o Seu Rei?

Dê a Ele o tesouro de seu coração!

2- incenso = Sacerdote: v.11c

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O incenso era utilizado pelos sacerdotes no templo. O significado do incenso era a oração (Salmos 141.2). Um sacerdote acendia incenso quando fazia as orações pelo povo.

Os magos deram incenso a Jesus por que era uma oferta sagrada além de servir para espantar moscas no ambiente onde estivesse a criança recém nascida.

O incenso simboliza que Jesus seria sacerdote. Segundo a bíblia Ele é o supremo sacerdote segundo a linhagem de Melquisedeque (Hebreus 7.17 e 21). Os magos sabiam que Jesus intercederia por nós como sacerdote para sempre.

Jesus é o Sumo Sacerdote que intercede por nós.

Você reconhece Jesus como seu Sacerdote que intercede por sua vida?

Então entregue a Ele seus pedidos e orações!

3- Mirra = Profeta: v.11c

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A mirra é um óleo cheiroso extraído de uma planta espinhosa. Era utilizada pelos profetas para ungir as pessoas que fossem consagradas reis ou para ministrar cura aos leprosos.

Os magos deram mirra para Jesus por que era usada como óleo em crianças para dar frescor e hidratar a pele, além de servir como repelente de moscas. Os magos sabiam que Jesus era o profeta esperado por séculos.

Jesus é o profeta supremo que haveria de vir, cumprindo todas as profecias a seu respeito e anunciando um novo tempo da Graça de Deus!

Jesus é o Profeta de sua vida?

Deixe-o anunciar o que será de seu futuro: a vida eterna!

CONCLUSÃO:

Estas três funções mostram três pessoas que sempre precisamos em nossa vida. Todos precisam ter um rei ou governante que lhe seja superior. Todos precisam de um sacerdote ou alguém que lhe ajude ou defenda. Todos precisam de um profeta ou alguém que lhe ensine a verdade. Contudo ninguém consegue exercer ao mesmo tempo estas três tarefas. A plena realização dessas necessidades está completa em uma só pessoa: Jesus Cristo!

Uma conversa com Deus

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Essa foi a minha conversa com Deus em um dia especial onde larguei a minha teimosia e cansaço nas mãos de Deus para Ele me libertar e conduzir do meu destino… 

Deus, o Senhor está me ouvindo? Preciso muito conversar Contigo sobre a minha vida e o caminho que estou seguindo.

Sim filha, estou sempre aqui.

Hoje acordei com o meu pensamento no propósito da minha vida e pensando em como o Senhor deseja que eu o realize pela Sua vontade, eu tenho medo de errar, de Te decepcionar, eu tenho medo de não fazer a coisa certa, eu sou tão pequena, tão imperfeita, como posso saber se estou fazendo como a Sua vontade Pai?

Não fui eu que ordenei a você? Seja forte e corajoso! Não se apavore nem desanime, pois o Senhor, o seu Deus, estará com você por onde você andar”.
Josué 1:9

Por isso não tema, pois estou com você;
não tenha medo, pois sou o seu Deus.
Eu o fortalecerei e o ajudarei;
eu o segurarei
com a minha mão direita vitoriosa.
Isaías 41:10

Meu coração se enche de paz quando ouço a Sua palavra meu Deus, mas e quando as pessoas não entenderem o que estou fazendo? Pois, isso já acontece e estou apenas no começo do caminho…

Contudo, o mundo vos tratará mal por causa do meu Nome, pois eles não conhecem Aquele que me enviou.
João 15:21

“Vão pelo mundo todo e preguem o evangelho a todas as pessoas.”
Marcos 16:15

Eu os estou enviando como ovelhas no meio de lobos. Portanto, sejam astutos como as serpentes e sem malícia como as pombas.
Mateus 10:16

porque “todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo”. Como, pois, invocarão aquele em quem não creram? E como crerão naquele de quem não ouviram falar? E como ouvirão, se não houver quem pregue? E como pregarão, se não forem enviados? Como está escrito: “Como são belos os pés dos que anunciam boas-novas!”
Romanos 10:13-15

Daquele dia que de joelhos em oração Te entreguei minha vida, meu caminho e meu destino, compreendi que muitas vezes fiz escolhas erradas, porque sempre achei que deveria ser forte sozinha, eu acreditava que deveria conhecia e fazia o meu destino, e realmente fazemos quando deixamos para decidir tudo por nossa conta, mas quando está em Suas mãos meu Deus, por mais que nos distraímos o Senhor nos faz voltar ao caminho reto que leva a salvação, vejo meus irmãos ainda fazendo escolhas erradas, e sei que não posso interferir em suas vidas, pois o Senhor mesmo em infinita bondade os deu o livre arbítrio, e quem sou eu para saber as escolhas que eles fazem são erradas, mas eles sofrem Senhor, assim como sofri, é um aprendizado, mas será que posso ajudar através do Senhor a amenizar essa dor, e essas doenças do mundo atual como ansiedade, depressão, pânicos?

Não andem ansiosos por coisa alguma, mas em tudo, pela oração e súplicas, e com ação de graças, apresentem seus pedidos a Deus. E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará o coração e a mente de vocês em Cristo Jesus.
Filipenses 4:6-7

Muitos são os planos
no coração do homem,
mas o que prevalece
é o propósito do Senhor.
Provérbios 19:21

ORE por eles, se encha de espírito santo, e leve a Minha palavra… um em que o coração tocar, será motivo de festa e alegria.

Vocês não sabem que são santuário de Deus e que o Espírito de Deus habita em vocês?
1 Coríntios 3:16

Tenha fé, Estou com você. Não desanime.

“Para o homem é impossível, mas para Deus todas as coisas são possíveis”.
Mateus 19:26

Pois estou convencido de que nem morte nem vida, nem anjos nem demônios, nem o presente nem o futuro, nem quaisquer poderes, nem altura nem profundidade, nem qualquer outra coisa na criação será capaz de nos separar do amor de Deus que está em Cristo Jesus, nosso Senhor.
Romanos 8:38-39

Vá, sopre a minha palavra nas nuvens e deixe-as levar para todos os cantos do mundo.

Amém Senhor!

Assim Seja!

Leituras com café – Analisando livros / O Leão, a Feiticeira e o Guarda-roupa

O Leão, a Feiticeira e o Guarda-roupa

Obs. Há spoilers, claaaaro, pois aqui é uma análise do livro… 🙂

“Dizem que Aslam está a caminho. Talvez até já tenha chegado”. Estas frases, plenas da criatividade mágica de C S Lewis, apontam para a expectativa e a esperança da redenção cristã. Uma afirmação como essa, para os que ainda não tiveram o prazer da leitura do livro O Leão, a Feiticeira e o Guarda-roupa, necessita de maiores explicações.

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Escrito por C S Lewis, um dos mais importantes pensadores do século XX, O Leão, a feiticeira e o guarda-roupa é parte integrante da série de livros infanto-juvenis chamada Crônicas de Nárnia.

O livro narra a história de quatro irmãos, Pedro, Susana, Edmundo e Lúcia, que encontram, no interior de um guarda-roupa, uma passagem para um outro mundo: Nárnia. Nesse mundo, as crianças travam contato com seres mitológicos e animais falantes, e acabam descobrindo que Nárnia vive um inverno perpétuo, escravizado pelo poder da Feiticeira Branca, capaz de transformar seres em estátuas de pedra. Somente a vinda de Aslam, o Rei-Leão, pode transformar esta realidade.

Dessa maneira Lewis escreve uma belíssima história de traição e salvação; de pecado e redenção. Não se trata de um simples conto de fada (muito bem escrito, por sinal), mas de uma narrativa que aponta para uma realidade transcendente. É justamente por esse motivo que O Leão, a feiticeira e o guarda-roupa possui um sentido teológico que não deve ser menosprezado.

Mas em que, exatamente, uma história como essa se relaciona com o evangelho?

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O tema central da história é a redenção, tanto coletiva quanto individual. Nárnia encontra-se escravizada pela magia da Feiticeira, que mantém todo o mundo sob a frieza sem vida de um inverno perpétuo. Existe, portanto, uma clara referência ao que Paulo afirma sobre a criação quando escreve sua epístola aos romanos: “a criação está sujeita à vaidade, não voluntariamente, mas por causa daquele que a sujeitou, na esperança de que a própria criação será redimida do cativeiro da corrupção para a liberdade da glória dos filhos de Deus” (Rm 8.20-21). Sendo assim, Nárnia e também o nosso mundo gemem e suportam angústias à espera da redenção proporcionada pelo Criador. E quando Aslam chega, a primavera acontece!

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Já a redenção individual cumpre-se na figura de Edmundo, que personifica o ser humano egoísta, perdido e pecador. A sua traição acaba levando Aslam à morte, do mesmo modo que o beijo de Judas levou Cristo à prisão e, por fim, à cruz. Lewis aborda aqui o resultado do pecado: a morte que se cumprirá, a não ser que haja Outro capaz de dar sua própria vida no lugar do pecador. Como diz Paulo, “porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor” (Rm 6.23). Daí a necessidade de redenção. Aliás, esta esperança por Aslam como redentor está presente em todo o livro. A sra Castor, por exemplo, quase não acredita que está vendo diante de seus olhos o cumprimento da profecia sobre os filhos de Adão. “Chegaram finalmente”, diz ela, “Finalmente! E pensar que eu ainda iria viver para ver este dia!”. Percebe-se nesta passagem a mesma expectativa cumprida que ocorre na vida de Simeão e Ana quando vêem a salvação de Israel, ainda bebê, no colo de Maria (Lc 2.25-38).

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O encontro entre o Cristo perdoador e o ser humano pecador é absolutamente pessoal: não existe mais qualquer necessidade de intermediários. Quando Aslam perdoa Edmundo, a ninguém é dado conhecer o teor da conversa entre os dois. Cumpre-se, nesta passagem, o dizer de Paulo de que “há um só Deus e um só mediador entre Deus e os homens, Cristo Jesus, homem” (I Tm 2.5). Além disso, existe uma alusão ao fato de que, em Cristo, “as coisas velhas já passaram e tudo se fez novo” (I Co 5.17). Não há mais acusação para quem está em Cristo: Edmundo não se importa com as acusações de traição proferidas pela Feiticeira; já estava perdoado e tem seus olhos voltados unicamente para seu redentor. O preço de seu resgate não é pago à Feiticeira, mas à própria justiça do Imperador de Além-Mar, que simboliza Deus-Pai. A Lei inscrita na Mesa de Pedra representa a Lei de Moisés, dada por Deus, porém, incapaz de gerar salvação por si só. Portanto, “a Lei nos serviu de aio para nos conduzir a Cristo, a fim de que fôssemos justificados por fé” (Gl 3.24). Esta passagem refere-se ainda ao fato de que “Deus estava em Cristo reconciliando consigo o mundo, não imputando aos homens as suas transgressões” (II Co 5.19).

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Esta redenção se cumpre na entrega que Aslam faz de sua própria vida em favor da vida de Edmundo. Voluntariamente, Aslam caminha por sua via dolorosa em direção ao exército da Feiticeira que o aguarda na Mesa de Pedra. Esta passagem aponta para a profecia de Isaías, cumprida em Cristo: “Ele foi oprimido e humilhado, mas não abriu a boca; como cordeiro foi levado ao matadouro; e, como ovelha muda perante os seus tosquiadores, ele não abriu a boca” (Is 53.7); e para os textos do evangelho de João, onde Jesus afirma acerca de si mesmo: “Eu sou o bom pastor. O bom pastor dá a vida pelas ovelhas (…) Por isso o Pai me ama, porque eu dou a minha vida para a reassumir. Ninguém a tira de mim; pelo contrário, eu espontaneamente a dou.” (Jo 10.11, 17-18).

Tal como Jesus, Aslam está completamente só na hora de sua morte. As crianças que o acompanharam até próximo ao local, não recebem permissão para continuar ao seu lado no restante do caminho. Sua humilhação – a juba cortada, as zombarias, e “aquela horda infernal, que lhe batia, dava pontapés, cuspia-lhe em cima, insultava-o” – encontra paralelo no sofrimento de Cristo nas mãos dos que o crucificaram (Mt 27.27-31).

Do mesmo modo que ocorre nos evangelhos, as primeiras a verem Aslam ressurreto são mulheres: Susana e Lúcia. A Mesa de Pedra quebrada aponta para o fim do domínio da Lei sobre a vida do cristão, bem como para o véu do santuário que se rasgou de alto a baixo quando Jesus morreu na cruz (Mt 27.50-51).

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Se esta Lei foi dada no tempo, a redenção e a cruz são eternas. A magia ainda mais profunda, citada no livro por Aslam, representa o Cordeiro sem defeito e sem mácula que, conhecido antes da fundação do mundo, é manifestado no fim dos tempos por amor ao homem (I Pe 1.19-20). Assim, se pela ofensa de um reinou a morte, “muito mais os que receberam a abundância da graça e o dom da justiça reinarão em vida por meio de um só, a saber, Jesus Cristo” (Rm 5.17). Onde abundou o pecado, superabundou a graça. Aslam não pode ser domado pela maldade do homem; antes, o redime por completo, alcançando os que estavam presos no castelo da Feiticeira e fazendo-os viver novamente. A redenção do ser humano se completa.

E conhecerão a verdade, e a verdade os libertará”. João 8:32

 

 

Aprenda a perdoar como José

A história de José, vendido como escravo pelos próprios irmãos (Gênesis capítulo 37) gera muita perplexidade. Como pode ser que pessoas aparentemente normais – os irmãos – tenham cometido ato tão cruel por causa de ciúme do pai , Jacó? Não é fácil de entender. E maior perplexidade ainda causa o fato de José ter conseguido perdoar os irmãos e não guardar rancor, algo tão difícil de vermos acontecer. (Gênesis capítulo 45).

 

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Como José conseguiu fazer issoQue lições podemos tirar do seu exemplo para instruir nossas vidas? São essas duas perguntas que vou tentar responder.

José era uma pessoa especial: adolescente carismático e precoce, encantava a todos pela sua inteligência e auto-confiança. Mas, ao mesmo tempo, como é típico dos adolescentes, era egocêntrico – considerava-se o centro da família. E também insensível – nunca se mostrou preocupado com o efeito que seu comportamento arrogante causou nos irmãos. 

É interessante perceber que José sempre despertou sentimentos fortes nas pessoas com as quais conviveu. Era pessoa muito carismática. O pai o amou sem medidas, os irmãos tiveram ciúme intenso dele, a mulher de Potifar apaixonou-se perdidamente por ele e faraó o fez seu favorito, o segundo homem no comando do Egito. 

O relato do Gênesis conta em detalhes a longa jornada de José, desde o momento em que foi ferido emocionalmente pelos irmãos até sua cura emocional. Do sofrimento causado pela traição que sofreu até o perdão dado a seus algozes. 

O momento de perdoar chegou quando os irmãos de José precisaram ir até o Egito (Gênesis capítulo 42) pois a terra onde moravam (Palestina) passava por grande seca e não havia mais alimento para a família de Jacó. O encontro com os irmãos lançou José num furacão emocional: raiva e desejo de vingança, misturados à saudade da família e à vontade de se reunir com o pai e o irmão menor, Benjamim (que não tinha participado do golpe contra ele).

E aí começou um jogo de “gato e rato” entre José e seus irmãos. José simulou um roubo e incriminou os irmãos. E exigiu que os irmãos trouxessem Benjamim à sua presença e fingiu que ia punir o irmão caçula. Na verdade, somente quando os irmãos demonstram estar totalmente vulneráveis e um deles, Judá, até admitiu ficar preso no Egito, em lugar de Benjamim, que José conseguiu perdoar. 

Percebeu naquele momento que passará a ele o papel de provedor e líder da sua família, naquele momento totalmente indefesa (nem comida tinha). A profecia que tinha sido dada a José, ainda na sua adolescência, através de alguns sonhos, enfim se realizara: a família estava totalmente dependente dele. 

Agora, é interessante perceber que a interpretação que José deu a essa profecia mudou ao longo do tempo: quando era adolescente, ficou deslumbrado com a informação que seria a pessoa mais importante da família. Já maduro, percebeu que essa posição de liderança trazia uma enorme responsabilidade em relação à própria família. 

Quando adolescente ele se impressionou com a honra que iria lhe caber, mais tarde percebeu ter herdado uma grande responsabilidade (garantir a sobrevivência da linhagem de Abraão).

Era hora de agir e não mais ficar remoendo mágoas passadas. E José mostrou-se à altura da tarefa. Aqui vale fazer um comentário importante: o ser humano demonstra maturidade quando deixa de perguntar o que as outras pessoas podem  fazer por ele e toma consciência do que ele mesmo pode fazer pelo próximo. Isso ocorre, por exemplo, quando o homem deixa de ser filho e assume o papel de pai. 

Perdoar é ato de obediência ao mandamento que Jesus deixou – afinal, somente seremos perdoados por Deus na medida em que conseguirmos perdoar o próximo. Mas perdoar também é ato que demonstra maturidade. É isso que permite a quem foi ofendido(a) ou prejudicado(a) entender as limitações e as fraquezas das pessoas que lhe causaram mal. 

José conseguiu perdoar porque foi sensível ao mandamento de Deus. Mas também porque conseguiu amadurecer como homem – fez a transição que cada um de nós também precisa fazer em algum momento da vida.

 
“Suportai-vos uns aos outros, perdoai-vos mutuamente, caso alguém tenha motivo de queixa contra outrem. Assim como o Senhor vos perdoou, assim também perdoai vós” (Colossenses 3.13).

DIY – Receitinha de café Cremoso

Aprenda a fazer um delicioso café cremoso para esquentar nesse friozinho.

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Ingredientes:

A receita do café cremoso leva três ingredientes: café solúvel (1 medida), açúcar (2 medidas) e água (1 1/2 medida). Se quiser, você pode adicionar um pouco de essência de baunilha. Pode adicionar também uma colher de cacau em pó. Nesse caso, talvez precise de um pouco mais de água. Basta colocar todos os ingredientes em uma batedeira, em qualquer ordem, e começar a bater.

  • A medida pode ser uma xícara por exemplo, depende da quantidade que deseja fazer.

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Modo de preparo

Comece batendo lentamente e vá aumentando a velocidade gradativamente até a máxima por mais ou menos 5 minutos. Quando adquirir uma consistência de chantilly, bata um pouquinho mais e pronto! Depois de pronto, você pode guardar a mistura na geladeira em um pote.

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Beijos e até mais!

 

 

 

fonte da receita: nos de gravata.

Os monges e a mulher no rio…

Os monges e a mulher no rio…

 

Gosto muito de usar contos e parábolas para ilustrar situações do nosso dia a dia… E hoje trago, para vocês, o conto “Os monges e a mulher no rio” (autor desconhecido), que nos permite uma reflexão muito importante:

Muitas vezes, nos deixamos levar pelas convenções criadas e deixamos de agir da maneira correta. Ficamos muito preocupados (as) com “o que os outros vão falar”, e permitimos que aquele assunto fique “martelando” nas nossas cabeças, nos incomodando e, o pior é que tomamos atitudes que não são “reconhecidas” pelo nosso melhor lado… Fazemos aquilo que sentimos como “não correto”.

Aprendi que, quando agimos com o coração e sem julgamentos, não carregamos o fardo da nossa ação… É como se a nossa “alma” reconhecesse a verdade da nossa intenção e a acolhesse dentro dela… E nos sentimos leves, em paz…

O contrário também é verdadeiro: Se agimos (ou deixamos de agir) com medo e culpa, carregamos esse sentimento dentro de nós, já que não agimos dentro do nosso melhor… E a “alma” não reconhece essa atitude porque ela só enxerga a verdade e, com isso, temos a tendência de nos prendermos a dificuldades semelhantes… E carregá-las, ás vezes, por uma vida inteira…

Pensem nisso!

Os monges e a mulher no rio

Relata-se, que em um monastério, viviam dois monges que eram muito amigos e sempre cumpriam seus afazeres em conjunto.
É fato que monges não podem se aproximar de mulheres, nem ao menos, nelas tocar.
Certo dia, ao atravessarem a floresta para comprar mantimentos na cidade, se depararam com uma mulher que estava com dificuldades para atravessar o rio que dava acesso ao vilarejo e que se encontrava agitadíssimo.
Um dos monges disse:
– Não podemos ajudá-la, fizemos voto de que não poderíamos tocar em mulher alguma.
O outro monge replicou:
– Também fizemos voto de ajudar a todas as pessoas e criaturas deste mundo, sem haver distinção.

Então, este mesmo monge colocou a mulher em suas costas e atravessou o rio, deixando-a na outra margem.
Os dois monges seguiram caminho e durante a jornada houve uma grande pausa na conversação dos mesmos.
Logo, o silêncio foi interrompido pelo monge que era contra a idéia de carregar a jovem, que disse:
– Você não devia tê-la carregado, ela vai ser um peso para sua caminhada!
O outro monge, sabiamente respondeu:
– Eu deixei a mulher na outra margem do rio. No entanto, você é quem continua carregando a mulher na sua caminhada…